Se a sociedade entrasse em colapso, haveria entreajuda ou luta pela sobrevivência?

A série francesa O Colapso, que se estreia brevemente em Portugal, apresenta “um olhar crítico sobre a sociedade” e levanta perguntas que provavelmente muitas pessoas fazem nestes tempos de pandemia e confinamento.

“O que aconteceria ao planeta e à nossa sociedade se o sistema entrasse em colapso amanhã? Quais os princípios que regeriam esta nova normalidade: a entreajuda, a igualdade ou a sobrevivência?”.

A série, cujo título original é L’Effondrement, pode ser vista em Portugal a partir do dia 20 de Novembro através da plataforma Filmin (uma espécie de Netflix portuguesa). São oito episódios de cerca de 20 minutos cada um. Trata-se de uma criação de Jérémy Bernard, Guillaume Desjardins e Bastien Ughetto.

“O nosso objetivo é que os espectadores pensem. Acreditamos na força da ficção, no seu poder para questionar as coisas e provocar mudanças nas nossas vidas”, dizem os realizadores nos textos de promoção da série.

O Colapso, que algumas pessoas comparam à conhecida série britânica Black Mirror, apresenta-se como uma proposta “irreverente” sobre “o desmoronar da sociedade contemporânea como a conhecemos”. Apesar de ter sido realizada no ano passado, ou seja, antes do aparecimento do coronavírus, assenta como uma luva no momento que estamos a viver.

Eis o resumo da série, segundo os autores: “Acontecimentos dos quais desconhecemos as causas e origens, provocaram o colapso da sociedade francesa. Este é o gatilho que desencadeia um conjunto de histórias em diferentes localizações, nascidas de perspectivas díspares, tendo como fio condutor o desespero de quem tenta sobreviver a qualquer custo.”

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